Planejamento financeiro pessoal: confira 5 dicas para pôr em prática e conquistar seus objetivos

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Conquistar a casa própria pode ser o objetivo de muita gente. Afinal, ter o seu próprio lar é garantia de uma vida mais tranquila e estável.

Porém, a compra de um imóvel pode representar para algumas famílias uma despesa significativa que, sem controle, pode levá-las ao endividamento. 

É aqui que o planejamento financeiro pessoal entra como meio de ajudar você a realizar o seu sonho. O planejamento é um guia que vai ajudar você a organizar o seu dinheiro para a realização dos seus objetivos financeiros, dos mais simples aos mais ousados. 

Assim, a primeira vantagem é que você terá maior controle em relação às suas movimentações financeiras. Além disso, um planejamento bem feito facilita a tomada de decisões no dia a dia, uma vez que ele ajuda a identificar o que realmente importa, evitando aqueles gastos desnecessários. 

Quando você perde o controle de suas finanças, o caminho geralmente é o do endividamento e, consequentemente, incapacidade de realizar seus objetivos. 

Quer estar no controle de suas finanças e conquistar seus sonhos? Então continue a leitura e ponha em prática o seu plano financeiro pessoal. 

Anote suas receitas e despesas

O primeiro passo é saber a situação real das suas finanças. Anote todos os seus recebimentos e o quanto você gasta durante determinado período de tempo (um mês, por exemplo). Aqui, até os pequenos gastos devem entrar nessa lista.  

Algumas opções que vão te ajudar nessa tarefa são cadernos, planilhas ou aplicativos. Porém, o mais importante é não negligenciar essa fase, pois sem ela o seu plano tenderá ao fracasso.

A vantagem é saber o quanto do seu salário está mensalmente comprometido, bem como ajudar você a estabelecer objetivos financeiros mais realistas.

Por exemplo, não dá pra ter como meta poupar 400 reais, se a diferença entre o que você recebe e o que você gasta não chega a 300 reais. 

Se a conta não fecha, tá aí mais um motivo para começar logo a fazer o seu planejamento financeiro a fim de se reorganizar e cortar aqueles gastos que forem supérfluos.

Defina objetivos financeiros 

Após ter consciência sobre suas despesas mensais e, assim, definir o quanto pretende poupar, chegou a hora de você definir o seu objetivo financeiro. Isto é, escolher o que você pretende realizar e em quanto tempo. 

Afinal, poupar é um esforço tão grande que, sem uma razão clara para isso, fica difícil manter-se motivado.

É bom deixar claro que esses objetivos precisam ser atingíveis, levando em conta o seu padrão de vida. Procure pensar em algo possível de ser alcançado e desmembre esse objetivo em metas. 

Se o seu objetivo é comprar um imóvel, você pode dividi-lo em pequenas metas. Por exemplo, sua meta em dois anos pode ser poupar 9 mil para entrada no financiamento imobiliário. Desmembre essa meta em outras mais fáceis de serem alcançadas, como 4,5 mil por ano ou 375 por mês. 

As metas têm a vantagem de ser mais mensuráveis do que os objetivos, o que facilita o ajuste de rota quando necessário, principalmente para que todos os valores definidos fiquem dentro dela.

É fundamental, portanto, acompanhar o seu plano para identificar possíveis falhas e corrigi-las. 

Imprevistos acontecem

Por mais que o seu planejamento financeiro esteja bem detalhado, nem tudo sairá exatamente como o planejado. Imprevistos acontecem.

Sabe aquelas situações que quando menos esperamos, elas acontecem? Seja o carro que quebra, ou um conserto no telhado, essas circunstâncias são impossíveis de serem previstas. 

A boa notícia é que dá para se preparar para quando elas acontecerem, pelo menos financeiramente. A melhor estratégia é ter um fundo de emergência que cubra suas despesas por mais ou menos seis meses. 

Fuja das dívidas (se tiver)

É impossível planejar e conquistar algum objetivo que envolva o seu dinheiro, se você tiver dívidas em aberto. Quitá-las deve ser prioridade antes de assumir qualquer outro gasto. 

Controle suas dívidas em uma planilha e, assim, você poderá enxergar o que está devendo, para quem e o quanto falta para quitar.

A sua tarefa é identificar, entre suas dívidas, as que têm maiores taxas de juros, como o cheque especial e o rotativo do cartão, e priorizar o pagamento delas. Outra dica é trocar uma ou mais dívidas com juros altos por uma nova dívida com juros mais em conta. 

Pode parecer uma realidade distante para alguns, mas é possível reequilibrar as finanças e ter uma vida mais tranquila. Porém, a situação requer disciplina e certa dose de sacrifícios.

Conheça mais sobre finanças 

É fundamental que você pesquise e aprenda constantemente sobre finanças. Esse hábito transformará a forma como você lida com o seu dinheiro, evitando, por exemplo, que você tome decisões erradas que te levem às dívidas. 

Conclusão

Como você viu, o planejamento financeiro pessoal depende de organização, determinação e persistência para mudar hábitos nocivos ao seu equilíbrio financeiro.  A finalidade é garantir que, ao pagar todas as despesas, sobre algum dinheiro para você investir na realização dos seus objetivos financeiros. 

Com planejamento, sua conquista da casa própria é bem mais rápida e previsível.

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